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Há alguns dias publicamos aqui no nosso blog um artigo com algumas das principais tendências globais que afetam diretamente o trabalho dos profissionais de recursos humanos, listadas pela consultoria mundial Deloitte na pesquisa Tendências de Capital Humano 2016. Hoje trazemos para você a segunda parte desse artigo. Confira:

Cultura estratégica

Cultura organizacional é um tema que nunca sai de moda; por consequência, precisa estar em constante evolução. Mas se o assunto é antigo, por que está numa lista de tendências? Porque cada vez mais os gestores estão reconhecendo a cultura como um fator de estímulo à inovação, ao atendimento ao cliente e ao comportamento de equipes e colaboradores. E como cultura é uma característica muito particular de cada empresa, ela se torna também um diferencial e uma vantagem estratégica para gerir pessoas e negócios com eficiência.

Novas fronteiras para o aprendizado nas empresas

Aprender nunca é demais – e num mundo que evolui cada vez mais rápido, o aprendizado se torna praticamente uma obrigação para se manter no mercado. Dessa forma, as organizações são cada vez mais cobradas a incentivar e investir no aprendizado dos colaboradores. Nesse contexto a tecnologia surge como uma aliada, permitindo que o aprendizado se desenvolva de diferentes maneiras, em plataformas diversas, expandindo as fronteiras dos programas internos de cursos e treinamentos.

Design Thinking aplicado à rotina

Quem acompanha o nosso blog já sabe porquê o Design Thinking é uma tendência para a área de Gestão de Pessoas. A metodologia criada para estimular o pensamento criativo e visual é perfeita para planejar e executar experiências cada vez mais atraentes e repletas de significado na rotina organizacional. O automatismo do dia a dia vai dando lugar à criatividade, ao olhar novo sobre desafios antigos, à busca empolgada e determinada por soluções mais simples, viáveis e eficientes para funcionários, gestores, empresas e clientes. Essa tendência tem tudo para perdurar por muitos e muitos anos.

RH digital

Se a tecnologia atinge a parte operacional do trabalho e o aprendizado dos colaboradores, com o RH não é diferente. Além de ser diretamente afetado por novas ferramentas, o departamento de Gestão de Pessoas pode (e deve) auxiliar os colaboradores e gestores a se adaptarem à realidade digital. Essa ajuda pode vir em forma de treinamentos, cursos, capacitações, cases e workshops, ou sugestão/contratação de ferramentas específicas. O objetivo é estimular a força de trabalho a usar a tecnologia à favor da empresa, melhorando a gestão de projetos e a autogestão, transformando e renovando sistemas e processos através de novas ferramentas e aplicativos.

Gig Economy ou Economia Sob Demanda

Gig Economy é um termo criado para definir as relações entre empresas e trabalhadores independentes (freelancers), sem vínculos empregatícios e quase sempre por tempo determinado. Apesar de não ser nova, a expressão só virou assunto recorrente nos últimos anos, o que se deu graças ao avanço da tecnologia, que permitiu o surgimento de novos serviços com essa modalidade de relação trabalhista (como a Uber por exemplo). A tendência da Economia Sob Demanda se mostra muito forte também para empresas mais tradicionais, não apenas por uma questão de preferência dos gestores, mas por necessidade: alguns bons profissionais não estão mais dispostos a aceitar ofertas de trabalho à moda antiga, pois preferem trabalhar em horários flexíveis e até mesmo no esquema home office, com maior controle dos próprios horários e da rotina de tarefas. Aderir a essa tendência não é um problema, mas a equipe de Gestão de Pessoas precisa estar ainda mais atenta à legislação trabalhista, para orientar os gestores a obterem o que precisam em termos de mão de obra sem deslizar nas questões mais burocráticas.

Gostou das nossas dicas? Tem alguma para acrescentar? Deixe seu comentário! Em breve falaremos das tendências para 2017, que acabaram de sair do forno. Continue acompanhando nosso blog e não perca!

Escrito por Ação Gerencial