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Neste artigo reunimos algumas das principais tendências globais que afetam diretamente o trabalho dos profissionais de recursos humanos, listadas pela consultoria mundial Deloitte na pesquisa Tendências de Capital Humano 2016. Leia, comente, compartilhe!

 

  • O despertar da liderança

 

Se o mundo, as pessoas e as organizações mudam, o líder também precisa mudar. Afinal liderar exige jogo de cintura para lidar com os desafios que fazem parte da rotina de uma empresa. Esses desafios incluem a gestão de pessoas multigeracionais e o aprendizado a partir da experiência coletiva. Assim, o líder mais procurado pelas empresas atualmente é aquele que sabe lidar com pessoas, gerindo-as e orientando-as para a realização dos objetivos da empresa. Não por acaso o termo “liderança humanizada” anda tão em alta.

 

  • Engajamento

 

Esta tendência ajuda a compreender porque os líderes humanos são tão procurados pelas empresas atualmente. Afinal, não há nada melhor para uma organização do que ter uma equipe engajada em suas atividades e metas – e isso se torna possível através de uma liderança fortalecida. Não é de hoje que envolver colaboradores é uma tarefa desafiadora para gestores e organizações. Para isso é necessário investir não apenas em uma liderança empática, mas em um ambiente de trabalho saudável, flexível e focado nos funcionários. Afinal uma empresa que não se preocupa com o bem estar de seus colaboradores não conquistará o engajamento deles em seus objetivos.

 

  • RH – inovação e maior visão estratégica

 

Se a liderança precisa ser mais humana para o engajamento acontecer, nada disso é possível sem a participação fundamental do departamento de RH/gestão de pessoas. Quanto maiores os desafios e mudanças, maior a pressão sobre essa área, que precisa se manter em atualização constante e muito bem alinhada à estratégia da empresa. Nesse cenário, inovar é mais do que preciso: é necessário.

 

  • Desenho organizacional – a ascensão das equipes

 

Novos tempos pedem novas posturas. Um mundo em constante transformação pede empresas redesenhadas, prontas para atender as expectativas de um mercado que muda cada vez mais rápido. E para 92% das empresas que responderam a pesquisa da Deloitte Consultoria, as organizações realmente precisam se redesenhar. Essa mudança impacta a forma como as pessoas trabalham, o que significa também uma reconfiguração das equipes. A tendência aqui é a descentralização, com equipes de alta capacidade atuando em redes dinâmicas.

 

  • People analytics – como ganhar agilidade nas decisões

 

A tomada de decisões é um processo desafiador que fica ainda mais difícil se for um “tiro no escuro”. Evidências e estatísticas são o caminho mais seguro para decisões certeiras de estratégia e gestão. E quando se fala em pessoas, não é diferente. Sabemos que funcionários são muito mais do que números, mas as métricas de avaliação e análise dos indicadores de pessoas precisam ser cada vez mais aperfeiçoadas para refletir a situação real da mão de obra e embasar as decisões dos gestores.

 

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Escrito por Ação Gerencial