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Um dos papéis da liderança é mediar e solucionar conflitos. Situações dessa natureza, quando mal geridas, podem tornar o ambiente de trabalho tóxico. Você não precisa ser nenhum expert em gestão para saber que essa atmosfera impacta negativamente no desempenho dos funcionários e, por consequência, nos resultados na empresa. Além de resolver conflitos instalados, um bom líder tem a capacidade de identificar a possibilidade de tensão – e aparar as arestas antes do problema existir ou se agravar. Veja nossas dicas para a liderança gerir conflitos de forma eficiente:

1) Timing

Líderes que evitam conflitos a todo custo não têm o respeito da equipe. Ser “boa praça” vai lhe render sorrisos, mas poucos resultados. Ao mesmo tempo, é necessário ter sabedoria para compreender quando um conflito é, de fato, um conflito. Rusgas do cotidiano, aparentemente, não carecem de tanta atenção, mas saber a hora de agir é importante para que um pequeno atrito não se torne uma dor de cabeça. Se o líder demora demais a tomar decisões, é provável que alguém tome essa dianteira e a liderança seja questionada.

2) Limites

Para conhecer os limites da equipe, é preciso conhecê-la. Essa relação é construída com a convivência, com a observação do líder e pode ser significantemente desenvolvida com sessões de coaching. É importante saber identificar características de comportamento de cada funcionário. Isso dá ao líder noção de até onde a gestão dele deve ir. Há conflitos que, infelizmente, fogem do âmbito profissional e estão fora do escopo do trabalho de liderança.

3) Diferenças

Cada vez mais, as empresas são formadas por pessoas diversas – com personalidades, históricos e habilidades diferentes. A gestão de conflito precisa se atentar para essas particularidades e compreender o ponto de vista de cada um. Isso ajudará na visão de uma solução que atenda a todas as necessidades da melhor forma possível.

Os conflitos são naturais (e até saudáveis) em uma empresa. Eles demonstram que as pessoas se sentem à vontade para expor suas opiniões e ter posicionamentos diferentes. O importante é saber lidar com eles, impedindo que o nível  “saudável” seja ultrapassado e transforme a empresa em campo de batalha.

Escrito por Ação Gerencial