19 setembro de 2014 Artigos Nenhum comentário

Por Marcilene Almeida – Diretora de Projetos

“Sabemos o que somos, mas ignoramos em podemos tornar-nos.” Shakespeare

Segundo Chiavenato, a competência é a capacidade de utilizar o conhecimento para agregar valor e fazê-lo acontecer na organização por meio de mudança e inovação. Significa a qualidade que uma pessoa possui e que é percebida pelos outros.

Quando falamos que alguém tem uma determinada competência significa que observamos e  constamos à expressão daquela competência através da atitude, do comportamento. Isso é senso comum, mas nos ajuda a entender que só há um caminho para a verificação de que alguém se apropriou de alguma competência – observar a ação.

A competência começa a ser desenvolvida a partir do conhecimento adquirido. Esse é o primeiro passo e, em seguida, é necessário praticar. O que leva à prática é a ação e, essa por sua vez, leva ao desenvolvimento da habilidade. São essas, as três instâncias do conceito de competência tratado no ambiente organizacional.

Uma vez que a competência tem a dimensão do saber, podemos pressupor que pode ser aprendida e desenvolvida. Para isso, deve haver o desejo de aprender e praticar. A questão é mais de comportamento do que de inato. Trata-se do comportamento de busca, da iniciativa para aprender e realizar, do gosto em tornar-se melhor e preparar-se para um futuro com maiores responsabilidades e possibilidades.

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