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O bom líder não é aquele que domina todas as técnicas e sabe de cor o nome de cada método. Bom mesmo é quem consegue estimular os colaboradores a darem o seu melhor, extraindo de cada pessoa o que ela tem a oferecer. Esse preceito vale para gestores de todas as áreas, principalmente do setor de recursos humanos. E pode ser aplicado em qualquer segmento – aliás, quem nos ensina sobre ele é um produtor musical.

Rick Rubin é o nome por trás de grandes astros da música mundial, como Adele, Mick Jagger, Johnny Cash, Lady Gaga e tantos outros. Atuando no mercado de música desde 1984, Rubin é uma referência nesse nicho e tem muito a nos ensinar sobre gestão de talentos. Abaixo reunimos três comportamentos inspiradores adotados por Rubin, compilados e traduzidos pelo site Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Confira:

1 – Não julgar

“A maior parte do meu trabalho é tentar ser crítico sem julgar. Tento fazer críticas de uma forma muito específica. Quanto mais específica a crítica for, e se as pessoas puderem realmente entender o que você quer dizer e o que está sugerindo, mais o comentário as ajudará. Muitos artistas são cercados por pessoas que não lhe dizem a verdade, então, quando alguém faz esse papel, é um alívio”.

2 – Saber ouvir

“A maioria das pessoas não sabe ouvir as outras. Eu procuro escutar com atenção. Passo boa parte tentando entender quais são os seus objetivos, os seus sonhos mais ambiciosos. Dessa forma voltamos ao que fez aquela pessoa querer se tornar o que ela é hoje, o que a motivou.”

3 – Saber dar feedback

“Ao fazer uma crítica, procuro avaliar como se estivesse solucionando um problema matemático. Questiono se aquela é a melhor fórmula para encontrar a resposta que estamos procurando. Como um fã, eu estou na posição de dizer ‘não acredito que esse seja o seu melhor trabalho’.”

 

Escrito por Ação Gerencial