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Assessoria em Recursos Humanos
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LIDERANÇA, ARTE E OFÍCIO
Por Marcilene Almeida
No dicionário Aurélio, o verbete ”arte“ apresenta, entre várias definições, a seguinte descrição: ”capacidade natural ou adquirida de pôr em prática os meios necessários para obter um resultado“, o que achei fantástico, pois quando dei título a esse texto, algo que aconteceu como que por associação de idéias e antes mesmo de começar a escrever – estava refletindo sobre os percalços, as dores e a solidão que um líder enfrenta, tentando definir o significado desse árduo ofício. Esse título foi como que um poético desabafo de como tenho vivido tal desafio. Daí, decidi que deveria entender melhor o significado das palavras para me apropriar delas e usá-las adequadamente. E não poderiam ser melhores. Encontrei quase uma definição do que se espera de um líder hoje em dia. Bem, líderes são mesmo artistas e devem ter um domínio desse ofício a tal ponto que possam se responsabilizar por outras pessoas. Busque na internet e você verá quais as características são esperadas de um líder. Precisam transformar, moldar, inspirar, persuadir, servir, transmitir clima de ética, integridade e confiança, respeitar e ser respeitado pelo outro, ter transparência, estimular o aprendizado contínuo, inovar, ser proativo, ter paixão, humildade e inteligência emocional, ufa... Gente, haja, haja capacidade e competência para tanta qualidade. Fazer isso é um desafio, e dos grandes. Por isso, são raros os exemplares da espécie. Se você conseguir ser o líder de si mesmo já será um vencedor. Se cada colaborador procurasse ser líder de si mesmo, ou seja, buscasse o autodesenvolvimento e a autogestão, quantos avanços cada um poderia fazer e quantas contribuições poderiam dar às empresas. Imaginem pessoas automotivadas buscando superar seus próprios limites e os resultados de suas áreas. Sonho? Pode ser. Mas seria o melhor dos mundos.
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